O cuidado com a saúde do povo carioca acaba de alcançar um marco histórico. Pela primeira vez, o Rio de Janeiro ocupa o 1º lugar no ranking nacional da Atenção Primária à Saúde (APS) entre todas as capitais do país, de acordo com os dados do programa Previne Brasil, do Ministério da Saúde.
A cidade atingiu a nota 8,58 no Indicador Sintético Final (ISF) – a mais alta entre as grandes capitais brasileiras como São Paulo, Brasília e Fortaleza. Essa pontuação é resultado direto de ações coordenadas que envolvem desde o pré-natal das gestantes até o controle de doenças crônicas como hipertensão e diabetes. Também entram na avaliação a cobertura vacinal infantil, exames preventivos, saúde bucal e acompanhamento contínuo da população.
Esse avanço só foi possível porque houve um esforço para ampliar e qualificar o acesso da população à rede pública. O Rio atingiu 80% de cobertura da Atenção Primária, um feito inédito da nossa história. Atualmente, são 239 unidades, entre clínicas da família e centros municipais de saíde, com mais de 1.300 equipes formadas por médicos, enfermeiros, técnicos e agentes comunitários.
Nos últimos anos, vimos uma transformação importante: unidades reformadas, novas ferramentas digitais como o minhasaude.rio, e grandes equipamentos como o Super Centro Carioca de Saúde, em Benfica, e o Super Centro de Vacinação, em Botafogo, que vêm ampliando o alcance e a resolutividade do SUS carioca.
Como vereador, tenho acompanhado esses avanços e sigo atento, cobrando, fiscalizando e valorizando cada passo que aproxima a saúde pública da excelência.
No início do ano, estive ao lado do prefeito Eduardo Paes, na reabertura das emergências dos hospitais federais do Andaraí (HFA) e Cardoso Fontes (HFCF), ambos sob gestão da prefeitura. A medida faz parte do Plano de Reestruturação dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro, elaborado pelo Ministério da Saúde.
Desde fevereiro, ambas unidades voltaram a operar emergências em espaços provisórios, com capacidade para até 400 atendimentos diários casa. Ao todo, estão previstos mais de 700 leitos nas duas unidades. O Hospital do Andaraí, atualmente com cerca de 300 leitos, chegará s 450. O Cardoso Fontes saltará de 120 para 250 leitos. A previsão é que as obras definitivas sejam inauguradas no início de 2026.
“Avanças na saúde pública exige planejamento, investimento contínuo e responsabilidade. O que estamos vendo no Rio é resultado de uma gestão que assumiu o compromisso de transformar, da atenção básica até os hospitais de alta complexidade”.






