No local, papiloscopista Renato Couto foi espancado e baleado por militar da Marinha, filho do dono do ferro-velho. Comércio, que tinha sido fechado em janeiro, estava funcionando clandestinamente.
A Secretaria de Ordem Pública começou por volta das 10h desta segunda-feira (23) a demolir o ferro-velho irregular, na Praça da Bandeira, que pertence a Lourival Ferreira de Lima, um dos quatro presos pelo assassinato do perito policial Renato Couto Mendonça.
O ponto, que fica entre o prédio do INSS e a Escola Nacional de Circo, na Avenida Oswaldo Aranha, já tinha sido interditado em janeiro deste ano pela Prefeitura do Rio. Mas foi reaberto clandestinamente.
A ação, coordenada pela Seop, contou com o apoio da Secretaria de Conservação, Guarda Municipal, Light, Águas do Rio, Comlurb e da 18ª DP (Praça da Bandeira), que investiga a morte do policial.
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Secretaria de Ordem Pública começa a demolição de ferro-velho irregular na Praça da Bandeira, — Foto: Divulgação/Secretaria Municipal de Ordem Pública.
Renato Couto Mendonça, de 41 anos, foi morto por Bruno Santos de Lima, de 41, Manoel Vitor Silva Soares, de 32, e Daris Fidelis Motta, de 46 anos, ao tentar reaver peças roubadas e que teriam sido vendidas para o ferro-velho de Lourival Ferreira de Lima, 67 anos — pai de Bruno e também réu pela morte de Renato.
O policial foi alvejado no local, na Praça da Bandeira, foi arrastado até uma van da Marinha e foi jogado ainda com vida no Rio Guandu, na altura do Arco Metropolitano. Todos os acusados foram presos, e ferro-velho foi interditado.

